Violência. Uma palavra vale mais que mil silêncios
A violência psicológica caracteriza-se por um padrão de comunicação, verbal ou não, com a intenção de perpetrar sofrimento psicológico a outrem. Este abuso envolve comportamentos como humilhação, desrespeito, depreciação, discriminação e rejeição, e pode ser mais prejudicial que a violência física.
O desafio mente mais sã!
A dica da semana recorda a violência psicológica como um dos comportamentos integrantes nos atos de violência.
A violência psicológica não deixa marcas físicas, é silenciosa e subtil, mas ela existe! A vítima deste tipo de violência desenvolve problemas emocionais, cognitivos e comportamentais, podendo tornar-se emocionalmente dependente do seu agressor (característica mais observada em casos de violência doméstica entre casais).
Sinais de que poderá estar a sofrer violência psicológica:
- Sofre humilhação em público;
- Desenvolve sentimentos de culpa, inferioridade, solidão e abandono;
- Envolve-se em jogos psicológicos com o agressor;
- Sente-se dependente emocionalmente do agressor;
- Satisfaz as necessidades de atenção e superioridade do agressor;
- É alvo de chantagem, manipulação e ameaças de morte;
- Demonstra medo e um cuidado exagerado com tudo o que diz e faz junto do agressor;
- Possui baixa autoestima;
- Torna-se hipervigilante.
Se conhece alguém que apresenta qualquer um destes sinais, a Mais Mimus desafia-o a sensibilizar a pessoa face a estes sintomas. Quem sofre de violência psicológica pode sentir receio ou vergonha em expor a sua situação atual, pelo que um amigo, conhecido, colega ou familiar pode ser o seu desbloqueador emocional. A Mais Mimus convida-o a ser proactivo e a resistir à indiferença dos problemas que acontecem à sua volta, pois um pequeno gesto ou uma simples palavra pode ser o suficiente para a autonomia dessa pessoa!
Caso essa atitude não seja o suficiente a Mais Mimus possui a ajuda necessária para encontrar uma solução viável para o não comprometimento da saúde psicológica, autodeterminação e desenvolvimento normal da vítima.
Comentários